O jornalista e analista político Salomão Moyana lançou um forte alerta sobre o ambiente político em Moçambique, denunciando aquilo que considera ser uma escalada de perseguições, ameaças, bloqueios e violência contra membros da ANAMOLA.
Durante uma intervenção pública, Moyana rejeitou a ideia de tratar as mortes de membros e dirigentes da ANAMOLA apenas como “alegadas mortes”. Segundo o analista, existem pessoas que estão a perder a vida e outras que vivem sob ameaça, situação que, na sua leitura, exige uma resposta imediata das autoridades.
🔴 “NÃO É COM ARMAS QUE SE PARA A VONTADE DE UM POVO”
Moyana citou diferentes casos que, segundo o seu relato, envolvem dirigentes e coordenadores da ANAMOLA. Entre os exemplos mencionados estão a morte de um coordenador do partido em Chimoio e de outro dirigente na zona de Mugovolas, além de um episódio recente de tiroteio na residência do coordenador da ANAMOLA na província de Maputo.
Para o analista, independentemente da posição política das vítimas, nenhuma divergência deve ser resolvida através da violência ou da eliminação física de adversários.
“Não é com armas que você para a vontade de um povo. Você não pode.”
